Redes de Telecomunicações e Centrais Telefônicas

Redes de Telecomunicações e Centrais Telefônicas
ADMINISTRACAO
É fato que as organizações num mundo globalizado convivam com mudanças e essas se apresentam em velocidade crescente e volumes cada vez maiores. Para acompanhar este ritmo (indivíduo e empresa) precisam se adaptar rapidamente à dinâmica do processo. As redes de telecomunicações estão sendo aperfeiçoadas para suportar a transmissão de informações com a introdução de novas tecnologias, tanto do lado dos equipamentos da rede (elementos de rede), quanto dos meios de transmissão (redes de transporte) e dos sistemas de operação para gerenciamento (Gerência de Redes de Telecomunicações).

Uma rede de telecomunicações pode ser composta de várias sub-redes, dependentes do tipo de serviço que é provido ao consumidor. Os serviços utilizados pelos assinantes são dispostos em categorias. As categorias mais comuns são:
1. Telefonia fixa
2. Telefonia celular
3. Telefonia pública
4. Comunicação de dados

A rede telefônica pode ser descrita como um sistema integrado de fios, de cabos, de terminais – correspondentes aos aparelhos utilizados pelos usuários do sistema – e de um vasto conjunto de acessórios, tudo isto com o objetivo de interligar os usuários (assinantes) à central telefônica e várias centrais entre si. Outro termo utilizado é sistema telefônico, que pode ser conceituado como o sistema que permite a comunicação de dois assinantes, através do telefone.

Basicamente, um sistema telefônico se divide em: Rede de Comutação, Rede de Acesso, Rede de Transmissão e Infraestrutura para Sistemas de Telecomunicações, como apresentado na figura abaixo:

A linha do assinante é a conexão elétrica do telefone à central telefônica. As centrais telefônicas são os equipamentos responsáveis pela conexão entre os diversos assinantes e têm como funções principais a gerência, distribuição, concentração, interligação e tarifação das chamadas produzidas pelos mesmos. A ligação física dos telefones às centrais de comutação é realizada através da rede de acesso e a interligação entre os equipamentos comutadores é realizada pelos sistemas de transmissão.

Existem ainda sistemas secundários que fornecem apoio aos equipamentos de comutação e transmissão, são chamados de infraestrutura.

Fazem parte desse conjunto, por exemplo, torres de transmissão, aterramento, refrigeração e energia.

Há dois tipos de centrais telefônicas, sendo elas:
• Privadas: Utilizada nas indústrias, empresas e outros setores nos quais o volume de tráfego imponha. Os aparelhos telefônicos ligados a uma central privada são chamados ramais, enquanto os enlaces com a central local são chamados troncos. São exemplos de centrais privadas: SPCT – PABX, SPCT – Serviço Privado de Comutação Telefônica.
• Públicas:
Esta se subdivide em várias outras:

1. Central local: Aonde chegam às linhas de assinantes e se faz a comutação local. A interligação de centrais locais forma uma rede em malha ou sistema local;

2. Central tandem local: – Comuta ligações entre locais, formando uma rede estrela;

3. Central tandem interurbana: – Interliga centrais interurbanas;

4. Central trânsito interurbana: – Interliga dois ou mais sistemas locais, inclusive por intermédio de uma central tandem local. Essas centrais interligam-se diretamente ou através de outra central trânsito;

5. Central trânsito internacional: – Faz a interligação entre países.

Essas centrais evoluíram bastante ao longo dos anos. Primeiro surgiram as Centrais Manuais, baseadas em telefonistas, em seguida vieram as Centrais Automáticas, baseadas em relés e, por último, as Centrais Automáticas, baseadas em Tecnologia Digital. Toda essa evolução se deve a um só motivo: conquista e fidelização de clientes.

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