A Relação Racial Nas Escolas E Na Sociedade

A Relação Racial Nas Escolas E Na Sociedade
ENEM

PLANO DE ESTUDOS: A RELAÇÃO RACIAL NAS ESCOLAS E NA SOCIEDADE. (SEUS MÉTODOS DE ATUAÇÃO E PREVENÇÃO SERVINDO COMO PROPOSTA)

 

AUTOR: Paulo Roberto Giesteira



RESUMO
:

A questão do racismo, da discriminação e do preconceito racial nas escolas e na sociedade, é interferido pelo conceito de convivência, especificado as causas e ocorrências, de um relato de ideias, de tratamentos ou de como lidar com um outro colega de turma, ou mesmo colega da mesma escola, e da sociedade, como não pelo seu próprio nome, a que chega a inferiorizar pelos seus estereótipos que as vezes servem para acionar o indivíduo da pele negra. Como de neguinho, o crioulo, tição, carvão, etc. Colocando ele numa posição inferiorizada acrescida pelo convicto descrédito social e fundamentalmente racial. E este meus estudos se faz valer pelo fato de neste país haver muitos artifícios meticulosos, e degenerativos diretos ou generalizados de indiferenças referentes ao indivíduo da pele da cor negra. No que isto venha a acontecer pelo fato das condições referentes ao negro, em comparação as dos indivíduos da pele branca, que dá pra entender que ainda por mais que haja leis amparadoras em função do negro, muito demonstra que falta muita coisa a ser feito, já que em relação a tudo que o branco consegue, porque é que o negro não está igualado por este mesmo valor. Isto é, se uma criança tanto na escola quanto na sociedade testemunha muito mais o indivíduo da pele branca ocupando os melhores espaços, as privilegiadas condições, como é que uma criança negra vai interpretar tudo isto em relação a seu respeito. O fato de haver tantas desigualdades sociais, e principalmente raciais neste país, de dentro das escolas ensinarei uma nova reestruturação, em que o negro terá um tratamento de igual para igual, tanto como o branco ou mesmo de outra qualquer cor de pele ou raça, com uma cidadania racial adquirida pelos inovadores ensinamentos que darão uma nova vanguarda racial pra sociedade e pra todas as escolas.

Palavras chaves: Racismo, discriminação e preconceito racial, Igualdade racial nas escolas.


ABSTRACT:

The issue of racism, discrimination and racial prejudice in schools and in society, is interfered by the concept of coexistence, specified the causes and events of an account of ideas, treatments or how to deal with another classmate, or same colleague from the same school, and society, as not by his own name, which comes to degrade by its stereotypes that often serve to trigger the individual's black skin. As neguinho, Creole, firebrand, coal, etc. Putting him in a position by the increased outclassed convinced fundamentally social and racial disrepute. And this my studies asserts itself because in this country there are many meticulous devices, and direct desgenerativos or generalized indifference for the individual skin black. With this happen because of conditions relating to black, compared to individuals of white skin, giving to understand that even while there amparadoras laws due to the black, very shows that lack much to be done, since about everything that white can, why the black is not matched by the same amount. That is, if a child both at school and in society witness more individuals of white skin occupying the best spaces, preferential terms, how does a black child will interpret all this in relation to him. The fact that there are so many social inequalities, especially racial in this country, from within the schools teach a new restructuring, in which the black will have an equal treatment for equal as much as white or even any other skin color or race, with a racial citizenship acquired by the innovative teachings that will give a new racial forefront to society and to all schools.

Key words:
Racism, discrimination and racial prejudice, racial equality in schools.

INTRODUÇÃO

Este plano de estudos serve pra estender a gravidade que é a inferioridade de uma suposta pessoa por sua raça ou cor de pele, pelo fato de sua diferença de coloração, como da cor de pele mais escura que a amarela, vermelha ou principalmente a branca, diferindo pela suas comparações ou classificações, a bichos, monstros, animais irracionais, assombrações, etc. As caracterizações de horrível, feio ou tenebroso, assustador, monstro, que descaracteriza uma suposta raça ou cor de pele, pelas insinuações que preconizam esta mesma raça ou cor de pele como superior, a predominar sobre outra ou outras aos conceitos que dignificam somente a estes valores que fazem a diferença. Colocar a igualdade racial e social em um todo, é a prioridade, já que vivemos numa sociedade que ainda deixa muito a desejar nestes fatores que culminam nas destrezas das desigualdades. E a igualdade social e racial anda, de mãos dadas, já que havendo desigualdades sociais com certeza não terá a cidadania racial como determina a nossa institucional constituição. Resolvendo um problema consecutivamente resolveremos processualmente o outro, desde que hajam projetos mais alusivos que esclareçam de forma mais atrativa com a causa, primeiro providenciaremos as receitas pra depois vir a resolução definitiva, pra não considerar estes assuntos como fatos paliativos. Através dos estudos expositivos ou de debates, palestras e plebiscitos viabilizados, iremos formar uma definida direção, em esclarecer a todos os aprendizados, a forma mais adequada de abrir conceitos contraditórios a todos os atos racistas. O racismo, o preconceito e a discriminação racial e segundo plano o social, irá abrir novas dimensões de que igualdade é uma prioridade que faz com que todos os indivíduos convivam de uma forma mais democrática racialmente nos parâmetros que carece urgentemente de uma igualdade mais justa concomitantemente.

Estes desafetos de desigualdades é que me motiva nesta escrita sobre este tema, na maior parte da nossa população que é parda, com um importante reconhecimento que devemos impor mais projetos, atitudes e tarefas sobre o que significa, o que representa para a questão dos direitos raciais, e como se sucede e pode causar danos nos atos de racismo, discriminação e preconceito racial, nos parâmetros institucionais das escolas.

Isto consciente que ser negro é ser gente, pelo fato de ninguém querer ser negro, ou ficar em seu lugar nesta confrontação social e racial, em que coloca os indivíduos negros como um caso à parte, separado da associação social destes certames, no que descaracteriza a sua existência, sobre a qual põe o embranquecimento como solução, com o ideal de acabar ou desclassificar com uma raça ou a cor de pele que teve e têm, um papel importante no desenvolvimento deste país. Pelo que, é importante ressaltar que o negro em grande parte, ajudou a formar a nossa identidade nacional, a nossa cultura, e as nossas acepções sobre raça, sociedade e formação, por todos os aspectos perecíveis e gerais. Pela sua importante contribuição, ao que concretizou aqui uma religião, cultura, etc. Com vínculos originais do continente africano, uma religião com lição religiosa com moldes de formalidades brasileiras, e também além da cultural, gastronômica, política e social, ao hábito adicional de misturar todos os seus costumes direcionando a nossa atual formação. Isto usando a práxis pedagógica como suporte de esclarecer o que ocorre, perante os fatores que venham a interferir pelos aspectos de indiferenças raciais que fazem com que o negro seja desclassificado por sua trajetória de requerimento de identidade.

A práxis é uma atividade específica, propriamente humana, por meio da qual se tem a intenção de transformar um determinado objeto, iniciando-se com um ideal que é o resultado pretendido, isto é, com as finalidades e os objetivos, e terminando com o resultado efetivo. As finalidades a princípio, não têm existência de fato, mas determinam e regulam as diferentes ações durante o processo de desenvolvimento das atividades. É uma atividade de intervenção que, sendo intencional, tem o propósito de transformar o comportamento dos estudantes; o resultado existe duplamente em dois tempos diferentes: como previsão de um resultado ideal sob a forma de finalidade e\ou objetivo e como produto real sob a forma de comportamentos alterados. A antecipação do resultado sob a forma de ideal a ser alcançado é um produto da consciência.

Entretanto, é preciso considerar que o resultado nem sempre corresponde necessariamente à finalidade, podendo dela distanciar-se pelas possíveis alterações que ocorrem durante o processo de realização, isto é, durante o percurso entre o resultado idealizado de modo consciente pelo agente de transformação, no caso dos (as) professores (as), e o resultado real observado no comportamento dos (as) estudantes. (RAÇA, CURRÍCULO E PRÁXIS PEDAGÓGICA: RELAÇÕES RACIAIS E EDUCAÇÃO: O DIÁLOGO TEORIA\PRÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO... Oliveira e Sacramento. Pg. 202; terceiro e quarto parágrafos. Esta práxis pedagógica servirá como definição compulsiva e expositiva sobre esta questão de estudos sobre a proposta racial, e que nem por um todo, pela busca a melhor forma de resolver com esta intermediação que coloca o indivíduo negro como um ser degenerado perante a sua associabilidade de ser gente, como todas as gentes, numa alusão a interpretação a superioridade racial do indivíduo branco concebidos pelas suas hereditariedade vindas de um continente que .obtém predominância no mundo sobre diversos aspectos, formas e maneiras. Numa construção duradoura que desde a distância ao seu continente de origem, ele venha a reivindicar melhores condições estabelecidas consensualmente de estadia, pelos seus reais direitos.
A África como saudosismo, desde que foram postos fora de suas estirpes convivências, como de seus vilarejos separados por identificações tribais, ou mesmo de seus países, por sequestros, dívidas, guerras, etc.

Os negros tiveram que se adequarem em locais que a dominavam sobre as suas probabilidades de existência. Isto fala das sociedades escravocratas que a comercializaram pelos negros significar uma rentável mercadoria de alta procura, e rentabilidade. Pelo fato destes estudos está focado neste contexto, a outorga de mudanças neste tema, visto que uma implantação mais profunda de remodelação, em que partindo da escola que convier de consentimento, apostaremos nos trabalhos que alertaram os alunos como todos desta determinada escola a optar por profundas transformações. Estudar sobre as questões raciais e todo o seu processo e procedimento de reivindicação, adaptação e sobrevivência, faz valer, pelo fato de provocar a fazer entender todo o seu procedimento, ou manejo pra que haja maiores e melhores entendimentos dentro destes ângulos de prerrogativas que estão sobre ascensões. E pôr este assunto como matéria em sala de aula ou como frequência, no aprendizado de cada estudante, numa forma real fará a diferença, referindo nesta questão que integra o aprendiz com a realidade atual e histórica, tanto como transforma com este paradigma como acepção intuitiva pra fazer com que esta leitura sirva de alerta para a intervenção viável a uma prevenção posterior. Uma vez que, uma vasta necessidade do aumento de informações e conteúdos sobre estes assuntos, em que sustente a prevenção da ampliação sobre atitudes ou práticas casuais, ou de intencionais proporções de práticas racistas, discriminativas e preconceituosas racialmente se fará valer pelo que mais a frente venha a fazer custar. Partindo de atitudes providenciais, como de intentos educacionais demonstrativos, indicando aos alunos e a todos das escolas diversos exemplos, pra que se tenha ciência sobre estes fatos, pra que possamos prevenir em função de uma sociedade mais justa racialmente perante a preparação deste aluno para o futuro por se combater com esta ideia sistemática de superioridade de uma raça ou cor de pele a sobrepor a inferioridade de uma outra raça ou cor de pele descaracterizada. E em um modo geral a ideia é esta, em mostrar na escola e transmitir aos estudos do cotidiano, os danos e prejuízos que uma sequer boa ou má intenção de diferenciação racista venha a piorar com esta causa trazendo a indiferença de um indivíduo sobre o outro.

Procedidos pelas teorias pedagógicas e de currículo de caráter progressista que dão ênfase à educação pra diversidade humana, com destaque na questão racial, a referida lei, iniciativa da sociedade civil organizada por meio do (dos) movimentos negro (s)s, destaca a tarefa que tem sido colocada para o Brasil, prevista nas diretrizes curriculares para a educação das relações etnicorraciais, qual seja. RELATOS SOBRE UMA PROPOSTA DE EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA NA ESCOLA BÁSICA. Conceição, quinto parágrafo, Pág. 314. Como do Racismo, discriminação e preconceito racial na sociedade e principalmente pelo âmbito de convivência das escolas, que mais acarretam problemas deste tipo de segregação às vezes diretas, ou por sua vez generalizadas. Em que por mais que se tenham leis, ainda que por um pouco do pensamento ultrapassado, muitos ainda insistem, em querer prorrogar com estas ideias propondo a demora consciente do seu pouco caso. E que estudando sobre este tema, é que além de tudo que convivemos como matéria de aula nos cursos que for de recomendação, como os revelados acima, é que por tudo que estudamos e sofremos na pele por possuirmos uma boa parte da cor de pele negra, acordaremos sobre a ideia de que esta situação carece de reparos pessoais e coletivos com urgência, partindo das escolas, e inicialmente daquela em que eu atuar, onde os alunos iniciam seus estudos educacionais metodológicos, como instrumento estudantil, que ele possa futuramente expandir estes assuntos pra posteridade, como de uso da prática e teoria pra sua vida diária, e pra toda a vida. Esclarecendo sobre a África e seu povo, em toda a sua diversidade, a sua dispersão, diáspora e colocação das sociedades tribais étnicas, seu continente principalmente da sub Saariana, que foi o local da maior conflagração humana a ser fonte de comércio por um mercado que a negociaram como produto de especiarias qualquer. Nas escolas e no dia a dia, sobre a qual encaminham umas das educações mais fortes na vida do aprendizado, fazendo valer pelo fato de que o convívio entre estes alunos, pode transportar que uma simples ou uma comum brincadeira, venha levar um aluno talvez sem perceber, as vezes venha a cometer o racismo, a discriminação a o preconceito racial, numa questão de aumento de acontecimentos senão houver uma eficaz prevenção. E através da lei institucional determinada, 10 639\2003, que é um sustento institucionalizado para defender as causas e a questões negras. E também as formalidades com relação às Leis de Diretrizes de Bases, a Constituição Brasileira, da Lei 9394\96, as Diretrizes Curriculares para a Educação das Relações Etnicorraciais instituídas em 27 de junho de 2004, que protegem ainda mais pra com estes requisitos em sua suma questão. E das metodologias aplicativas das e nas escolas, que servirão como reforço, mas muito mais com este propósito com a dinâmica de um projeto útil, atraente e eficaz pra convencer todos os alunos. Combater e evitar o racismo, a discriminação e o preconceito racial na sociedade e primordialmente sobre estes preceitos, intermediando este lema, pela vez que os alunos através de suas atitudes pessoais, possam obter recursos preservativos que aniquilem com estes conceitos. Por que das escolas é que os alunos tendem a aprender muitas coisas convincentes e benéficas, principalmente os valores dos seus conceitos raciais com equilíbrios voltados pra uma sociedade que carece por reparos, justamente por questões de educação e relação racial, culminando e eliminando as indiferenças. Compreendendo que o aluno já chega na instituições escolares com os hábitos gerais das ruas, e hereditariamente de seus familiares, que sendo estes hábitos bons ou inadequados, eles tende a confrontar com os hábitos do local por onde ele entra pra só aprender, que é o recinto escolar de sua atuação. Uma, ou várias vezes que pra isso, eles têm de se associar para fazer parte ou servir de peça de um tabuleiro associação educacional, em que ele propõe a dividir e somar com os conceitos de vivência e convivência transmitidos de um para o outro. Colocando a escola como ponto básico, remediando que boa parte da vida do estudante é passa dentro da instituição escolar, pública ou privada, pelo que não faz a diferença, devido aos rumos em que as escolas devam tomar pra conhecimento destes fatos como obrigatoriedade com procedentes. Somos todos iguais sobre um propósito, reconhecendo que negros, pardos, brancos e amarelos, integram a se valer perante aos diretos redigidos por uma constituição que afirma a institucionalização de igualdade com estas metas. E igualdade racial é o contexto pra que haja uma justa identidade democrática, em um país, em que ninguém quer ser chamado de racista, discriminante, e preconceituoso racial. No que buscamos, a saber, é que com todos estes problemas e acontecimentos sobre as questões raciais, por que é que não se comprometemos integralmente a transpor conceitos mais rígidos nas escolas e sociedade, pra que depois através destes ensinos serem implantados na sociedade, já que este é um dos primordiais fatores que a levam os educandos e a sociedade para as desavenças e discórdias, indiferenças raciais, bullying, e violências, às vezes em casos isolados a causar vítimas, como sendo sempre elas, o negro ou as camadas mais vulneráveis socialmente, nesta maior desvantagem, vitimadas pelas consequências apontadas e causadas pelas razões raciais. Neste ponto do discurso, percebe-se uma naturalização das chamadas “brincadeiras” ligadas às características raciais dos alunos. Muitas das vezes a escola reduz atitudes nocivas como estas a algo inofensivo, devido a dificuldades para intervir em ações como as descritas. Um dos objetivos da formação para o trabalho com a questão racial é chamar a atenção de mestres e escolas para atitudes de racismo que precisam ser “desnaturalizadas” e desarticuladas por meio de intervenções conscientes, tendo por base conhecimentos acerca de como essas atitudes são produzidas e das possibilidades de ação frente a tais questões. RELATOS SOBRE UMA PROPOSTA DE EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA NA ESCOLA BÁSICA. Conceição, segundo parágrafo, Pág. 333.

Sabemos que há comprometimentos, mais estes estudos referenciados aqui neste texto, estendem ainda mais com estes propósitos, pra enxertar e reforçar ainda mais com esta ideia do negro em sua denotação. Para compreender a forte pigmentação da sua cor de pele, a má interpretação ao continente de sua origem, a comparação a animais selvagens ou domésticos, a monstros horríveis mostrados pelos nossos veículos de comunicações ou a estupidez de alguns, e ao passado acompanhado pelo conceito dirigido a uma desconstrução social por ser o negro proveniente de um sistema escravagista que muito o descredenciou e descredencia, da sociedade e das escolas, denegrindo até pelo seu intuito a seu justo direito a identidade. E levar tudo isto a público através da educação, pode e deve encaminhar a várias ressalvas, já que feito e mostrado de uma maneira muito mais criativa e metodológica, tende a conduzir o aluno a uma inédita visão de que somos todos de igual pra igual, a atender uma cidadania racial, como, uma medida a espera de uma revolucionária iniciativa. Isto, partindo diretamente das instituições educacionais que servem de veículos informativos, educativos e condicionais, proeminentes e perpétuos na vida próspera de cada aluno. Visando a desestruturação da interpretação visionária da superioridade de uma raça ou cor de pele sobre a outra cor de pele ou raça menos favorecida, dirigida a sua estirpe mal vista pelas condições de vida de seu continente de origem, ou por diferenciação condicionada a uma cor de pele ser muito mais que bem vista, aceita ou considerada como a mais capaz, competente do que a uma outra que é tida como incapaz e incompetente, pela sua caracterização de inferioridade, como um fator consequente de diversas alienações recomendas. Partindo do impulso orientado à leituras específicas, as imagens dos slides, filmes, palestras, debates, plebiscitos, panfletagens, trabalhos em grupos, a avisos espalhados pelos murais com a visão democrática dos alunos, que tendo a liberdade pra expor as suas ideias, que irão transpor por sua intenção própria somente dependendo da aprovação dos seus professores ou dos demais superiores da escola. Isto sim, aplicado desde a quase que iniciação do aluno no recinto escolar, e mais adiante pelo decorrer do ensino fundamental, que serve de uma primordial abertura de porta do aluno para o conhecimento e para a promissoridade da educação, para a vida profissional e convivência de cada aluno. No ensino fundamental será o ideal, já que a partir desta faixa etária, o aluno se encontra na fase da adolescência, pronto pra absorver bastantes informações sobre muitos fatos, principalmente de racismo, discriminação e preconceito racial, já que obtiveram uma certa educação até o prezado momento, de uma quase que completa atitude sobre estas remediações. Descaracterizar a ideia sobre a superioridade de uma raça ou cor de pele sobre uma outra, é a causa, já que atestamos uma convivência de valores que reforçam as circunstâncias, de que somos todos iguais, independentemente da raça, cor de pele ou de qualquer que seja a formação do indivíduo que viva e resida neste país, e que também seja determinantemente brasileiro. Esta caracterização seria de uma forma ampla, e visionária, pelo modo mais maleável pra que o aluno, entenda quem somos, pra que somos criado, e que somos todos iguais pelo contexto da nação, dos valores associativos, culturais, religiosos, social, etc. E de respeito recíproco entre todos democraticamente racial e social, como o negro, o pardo, o branco, o amarelo, etc. Atribuídos a uma completa democracia racial que deve haver como de direitos adquiridos entre todos. Sobre as demonstrações destes aplicativos insistindo sempre pelo, e sobre o tema, racismo, discriminação e preconceito racial, na sociedade, e fundamentalmente nas escolas, já que todos dentro dela, encontra com o maior agrupamento de colegas diversificados por sua cor de pele, ou mesmo raça, numa associação obrigatória que faz valer pelo seu aprendizado. Pertinente na ideia dos livros exclusivos, ou material subsequente de recomendação, que esclareçam estes fatos numa intenção de instigar o aluno a tomar ciência sobre estes assuntos, numa formalidade mais rígida, fazendo com que pelo seu aprendizado, estes possam identificar o que estes complexos racistas significam, pela colocação de um indivíduo saber aceitar um outro, independentemente de sua formação cultural, étnica, religiosa, ou mesmo social, já que pelos parâmetros deste país, estes conceitos são muitos diversificados opcionalmente. E estes recursos específicos e material adequado, atuariam como de principal proposta, já que pelo que estes alunos desconhecem sobre o assunto, levem a valer pelo que estes mesmos ou dos demais, passem à saber, sobre o que é certo e o que é errado, o que deve ser ou não ser, pra que apelidos, comparações e imitações e indiferenças, não venham a priorizar a diminuição do valor de um indivíduo, perante a elevação do outro que se caracteriza como de ser superior devido a aquilo que o credencia, como um ser a mais do que o outro seu semelhante considerado pela sua cor de pele ou raça. O fato da descaracterização de uma raça ou cor de pele sobre uma outra, causa um impacto muito grande entre os alunos de uma escola e também pra toda a sociedade, já que vivemos em um país, em que as suas proporções de cor de pele tendência ainda mais para a tonalidade de pele mais escura, uma vez que o número de indivíduos pardos superam, tanto como os indivíduos da cor de pele branca, negra e amarela, em que desequilibra o predomínio branco que era o que mais sobrepôs por estas terras em tempos passados. E com isso pelas mesmas ramificações e contribuições, tanto como o pardo, o branco, o negro e o índio, possuem as mesmas propriedades de uma igualdade social e racial estipulada, seguindo a regra de ambas as partes distribuir as suas contribuições para as expansões e evoluções demográficas deste certame que almejam programas por realizações futura. E os recortes de revistas e jornais servirão de propaganda, e os murais serão os locais de exposições, disponíveis as criatividades e imaginações dos alunos dentro dos contextos das suas criatividades. As possíveis aplicações deste estudo sobre o ensino, estão voltadas nas questões raciais em um composto demonstrativo de igualdade entre todos os indivíduos, já que poucos dão créditos a estes preditos. Incursionando os alunos, a saber mais sobre acontecimentos ocorrentes, que farão com que cada aluno interaja com os seus métodos de prevenção a estes procedimentos, em que subestimar uma cor de pele ou raça, por menções de inferioridades faz desvaler um indivíduo ao descredenciamento racial na sociedade. Fazer compreender a liberdade do outro, o que ele pensa, acredita, ou aposta, fará valer, como que cada um aumente com a sua forma de pensar, acreditar, falar, divertir ou estudar. Já que respeitando o que é dos outros obteremos respeitos mútuo sobre aquilo que acreditamos ao que é nosso. E esta é a intenção deste propósito, a implantação de projetos e tarefas mais rígidas nas escolas, com vínculos mais ríspidos sobre o racismo, a discriminação e o preconceito racial, já que por certos fatores este indevido processo de isolamento racista, interage muitas das vezes de forma despercebida ou intencionalmente perante aquele que supõe ter um ar de superioridade sobre o outro, de sua cor de pele denegrida, ou repudiada da sociedade por fins racialistas, discriminatórios e preconceituosos. Alertando aos alunos e a toda escola, sobre o que pode causar estes critérios, que é ilusório a concepção de uma raça e a cor de pele ser mais superior que a outra, explicando aos alunos os valores múltiplos que podem causar benefícios, se todos apostarem na igualdade, tanto como social, do que fará pela importância da cidadania racial. Se instruírem todos os alunos a aprenderem, sobre o lado extenso da cidadania racial, mostraremos inovadoras ilustrações de diversos ângulos, e mostrar a cada um deles seus contrastes de antissocialidade, já que muitos dos alunos pouco sabem a estes respeitos pelo que sem saber muitas das vezes praticam atitudes que podem ser de interpretação racistas. A prioridade fica por conta dos alunos, que ficam como propostos a prenunciar estes atos, sobre aquilo que ele possa inferiorizar um colega de escola, pelo fato de acionar títulos que sejam de colocações raciais a promover a desigualdade. O saber orientar, ensinar, explicar é a causa já que será através das escolas que daremos uma guinada sobre os conceitos de inferioridade caracterizada pelas propostas formadas da questão da superioridade. Desde o momento em que há um ponto de partida iniciando de dentro das instituições escolares, servirá de amplio pra que possamos obter uma sociedade mais justa racialmente, e posteriormente sobre os contextos educacionais que servem de um dos fatores primordiais, no âmbito de aprendizado de todos os alunos. A partir dos alunos é que será a base, já que de dentro das escolas é que exerce uma das mais importantes educações, que interage na vida de indivíduo pelo aspecto consensual. E o esclarecimento será o ponto chave, pra que se nada saberem a respeito, como é que saberão responder as suas opções, ou dúvidas que colocarão sobre questão. Pelo intento das explicações convincentes todos saberão das providências, ao rejeito das propostas que servirão de menções que darão diferentes itinerários sobre este caso. Falamos sobre racismo, discriminação e preconceito racial. Sobre critérios associativos de uma saudável relação social, e em um todo racial direcionado a qualquer aspecto. E estes estudos farão valer pelo fato que, da família os alunos já trazem seus hábitos adquiridos de dentro de seus lares, sem a abordagem sobre estes assuntos, e de dentro das escolas é que terão uma dimensão mais explicativa. Entender sobre estas informações, fará valer o enredo deste tema, que por prioridade lutará através das indicações, a permutar por bloqueio na busca por uma sociedade que carece de uma igualdade racial visto que por direito entre todos. CONCLUSÃO:

Este plano de estudo é pra instigar a quem ler este artigo, sobre a questão racial no Brasil, em todos os seus aspectos vigentes de implementação de combate consensual, pra fazer com que os educandos entendam, todo o processo do indivíduo negro em sua ponderação de estadia, e interação de anexação a adaptação de luta em função da sua identidade neste território. Sobre a qual propõe, parâmetros curriculares legislativos que farão, e provocaram o total conhecimento desta causa, e verificação histórica sobre suas origens, originalidades, (cultural e religiosa) colocando propostas de investigação, sobre este seu local de estadias compreendendo suas formas de sobrevivências. O negro em sua proposta de anexação, de reconhecimento, revigoramento, aproximação como de igualdade racial como qualquer um outro indivíduo, que ocupa este espaço de formação híbrida. Como o amarelo, vermelho, etc. e principalmente o branco, que se destaca em grande escala como uma raça ou cor de pele a que mais é favorecida, neste espaço que muito é questionado sobre a atuação de todos sobre o que classificamos de cidadania racial. Será que neste país não existe racismo, discriminação e nem preconceito racial, uma vez que testemunhamos negros em uma miúda parte, ocupando os piores lugares destes meios associativos, que em menor número ocupa as poucas vagas oferecidas e instituída pela nossa constituição que pouco é respeitada. O negro tem um importante papel de aculturação, miscigenação, formação, integração por todos os sentidos, uma vez que devemos levar em consideração que um contingente enorme de africanos desembarcaram outrora, nestas terras desfavoráveis as suas vontades, trazendo na bagagem aquilo que era de suas aptidões, pelo que formou ofícios empregatícios por estes locais que a acolheram como peça chave de sua contribuição. Pra aquela época ser negro, era pertencer como membro do processo de escravidão, servindo do pegar e do andar do seu proprietário, do fazer parte de um comercio muito lucrativo, que sendo os negros uma especiaria fazia com que eles não tivessem créditos nem em seus olhares que se não fizessem o recomendado, era acorrentado, chicoteado e aprisionado nas senzalas para ter o seu castigo, a procura de perdão. E a sua mão de obra era a sua identificação, pra aquele que mais produzia mais valor tinha em pra sua sobrevivência como opressão. No que todo estes assuntos venham por se tornar pra conhecimento de todos, condicionando todo o preconceito de desigualdades raciais numa aplicação de devemos sermos como de igual pra que haja uma democracia racial verdadeira, sobre os termos de estudos pra que haja uma expansiva verificação informativa pra elucidar cientificamente sobre estes complementos de estudos. Igualdade racial, é entender que nunca devemos considerar que há uma suposta superioridade da questão raça ou mesmo de cor de pele, perante várias sanções que determinam que um tem que ser superior ou diferente do outro por termos que inferiorizam alguns em função daquilo que a diminuam por suas hereditariedades trazidas da sua má interpretações. E mostrar tudo isso, é uma proposta pra afirmar que todos somos iguais de carne , de alma e de gênero. BIBLIOGRAFIA:

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Paulo Roberto Giefteira
Sou licenciado em História, e Pós graduado em "história da África e a diáspora africana no Brasil" pela Faculdades Integradas Simonsen: E Pós Graduado em "Educação e Relação Racial" pela UFF; E Pós Graduado em "História da África" pela Universidade Federal Fluminense; Aluno especial de disciplina isolada no programa de mestrado profissional PPGEB CAPUERJ. Escritor e Poeta, de diversos gêneros.
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