E o que é Energia Vital?

E o que é Energia Vital?
VETERINARIA
Esta é uma das inúmeras questões levantadas quando inicia-se o estudo sincero das Leis, as quais HAHNEMANN desvendou, e conseguiu a maestria de manejá-las. Há então, a necessidade de estudar a força energética curativa utilizada na Homeopatia.

Lembremo-nos do Organon § 9: “No estado de saúde do homem, a força vital na qual anima dinamicamente a parte material do corpo, exerce um poder ilimitado. E mantêm todas as partes do organismo em uma admirável harmonia vital, tanto no que diz respeito à atividade ou funcionamento, como à sensibilidade, de modo que o espírito dotado de razão que nos reside pode empregar livremente estes instrumentos livres e sãos para conseguir o elevado objeto de nossa existência”.

Kent, em seu livro “Filosofia Homeopática” (Lição VII - Substância simples), nos fala da harmonia do corpo físico. Ele compreende que Hahnemann atribuiu esta harmonia a um princípio anterior, a uma “substância vital imaterial”, também chamada “princípio vital”, “força vital”, “energia vital”, ou “substância simples”, como Kent preferia chamar. Ele continua o fio de seu pensamento, atribuindo uma causa anterior a esta substância simples que permeia igualmente todas as criaturas.

Concluindo que mesmo o mais materialista e racional dos homens, tem que acreditar numa fonte suprema de todo o universo, chamada de Deus, mas seu nome não é o mais importante para nossa compreensão. Aí está uma forte razão para se gostar da filosofia homeopática, pois responde à busca existencial do homem. Por que estamos aqui? De onde viemos?     Neste ponto, os animais são mais felizes e práticos, eles se limitam a viver, e sua satisfação em geral se resume numa alimentação suficiente, num local protegido e limpo para dormir, e um espaço onde possam exercitar-se e se distrair com as pequenas coisas que vivem ao seu redor.

Quando os animais convivem muito intimamente conosco, obtendo no dia a dia muito mais que o básico para seu equilíbrio basal, justamente este “excesso” de conforto, e o constante contato com a forma humana de viver, somado muitas vezes, à ausência de um modelo comportamental com outros de sua espécie. Isto pode gerar insatisfação e ansiedade, alterando a harmonia destes cães e gatos (principalmente), pois eles sofrem um processo de “humanização”, exorbitando em consequência, sua susceptibilidade.

A partir daí, exigem mais carinho, mais companhia, ou ficam caprichosos quanto à alimentação, querem sair para passear em horas estranhas, ficam angustiados quando sós, ou se sentem presos dentro de casa. E então se estabelece o agente causador de evolução e doença de uma espécie, o sofrimento básico, a Psora.

De qualquer maneira, há aí um movimento evolutivo. O sofrimento que possa causá-lo, em qualquer espécie, faz parte da expansão da sensibilidade, com maior percepção de si próprio como indivíduo.

E o movimento evolutivo é a Lei, faz parte da iminência do Terceiro Milênio, é um movimento adiante, pois no Universo, a inércia é exceção. Tudo é um movimento constante.

Já se falou, portanto, no princípio vital, no mecanismo de desequilíbrio deste, com a instalação de uma desarmonia no pensar, na atitude, e finalmente no organismo, mecanismo este visível tanto nos homens como nos animais, uma vez que o princípio vital provém da mesma fonte, com incontáveis manifestações diferentes.

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